domingo, 22 de janeiro de 2012

De Primeira.

De primeira

Sou brasileiro e não desisto nunca.
Sou brasileiro e sempre tenho um jeitinho pra tudo.
Sou brasileiro e nesse país quem pode mais chora menos.

São nesses termos que as coisas são resolvidas volta e meia. A visão do bom senso é a mais correta de todas e essa verdade ninguém contesta, mas o bom senso de verdade é diferente do ““ bom “pra mim” senso “”. Com esse aí voltamos perigosamente para as sentenças acima.

Por que as sentenças citadas são perigosas para nossa vida normal?

Acima de tudo, nós seres humanos vivemos sob o poder da nossa própria espécie. Na natureza, os mais fortes sobre saem sobre os mais fracos. Essa é a tendência. Mas e para a raça pensante dotada de inteligência? Devemos seguir essa tendência? Não deveria ser. Temos condições de definir nossos embates numa boa conversa, usando o teor do bom senso.

Vejamos o exemplo dos países sob regime militar ou socialista; onde as lideranças e autoridades são nomeadas e são soberanas, se a autoridade disser algo é aquilo que vale e o cidadão tem a obrigação de acatar e não se trata de dever. Quanto mais o direito de replicar.

Ser Brasileiro é ser livre pra muitas coisas impensáveis nos locais dominados por regimes autoritários, no entanto não paramos pra dar valor a essas coisas. Tudo bem, é uma questão de cultura. Somos aquilo que vivemos. Mas replicar boas práticas e assumi-las é uma questão de educação.

Toda essa liberdade responde a pergunta acima, sobre os chavões da primeira linha. Toda vez que usamos as tais perigosas sentenças, invadimos o direito de alguém. Por isso, perigosas.

Se tiver alguma duvida sob esta relação de valores, antes de qualquer debate é preciso se auto-avaliar e perceber que todos nós entramos no direito dos outro uma hora ou outra. Agora se vamos corrigir esta função ou não, antes precisa-se diminuir a intensidade que isto acontece, depois pensar em dar basta.

A idéia deste blog e promover uma reflexão simples de temas simples e que fazem a diferença.

Sou Brasileiro e adoro ser, mas há tempos analiso (dentro de minha inocência) como podia ser melhor a coexistência se agíssemos com mais paciência e menos invasão.  

 O bom senso é a chave do sucesso, reflitemos!

Esperançosamente,

Cleber Andre Zanella